Carta da Rede Ação Griô à Ministra da Cultura Marta Suplicy

Carta da Rede Ação Griô à Ministra da Cultura Marta Suplicy

Com cópia para a presidente Dilma, deputados federais, estaduais e para a sociedade brasileira

    Prezada Ministra Marta Suplicy

     

    Nossas saudações à sua chegada ao Ministério da Cultura, e que a força dos seus ancestrais lhe guiem neste desafio de gestão.
    Desejamos uma gestão dialógica e participativa, que possa garantir a continuidade com avanços, revisando os erros das gestões anteriores com inteligência estratégica, e valorizando os acertos que tivemos nos últimos anos do governo LULA. Avançar sem retroceder nas conquistas efetivadas pelo governo e sociedade brasileira nos últimos 8 anos é responsabilidade  desta gestão e da sociedade civil em sua participação nas políticas públicas. Nossa casa, coração e pontos de cultura estão de portas abertas para compartilhar juntos esta caminhada.

    Os Pontos de Cultura, que tem sido objeto de sua admiração e mesmo fascínio, conforme declaração recente em audiência realizada no Senado Federal, fazem parte do programa Cultura Viva, que foi constituído a partir de um conjunto de ações transversais e estruturantes, dentre as quais se destaca a Ação Griô Nacional. Esta ação, inspirada pela experiência nacional e internacionalmente reconhecida do Ponto de Cultura Grãos de Luz e Griô em Lençóis, na Bahia, constituiu uma das experiências mais importantes da história da política cultural brasileira, criada durante o governo Lula, promovendo o diálogo entre a tradição oral e a educação por meio do reconhecimento político, social, econômico e cultural dos Griôs e Mestres de Tradição do Brasil, diferenciando-se das políticas previdenciárias e de salvaguarda já implementadas no País.

    .A Rede Ação Griô junto a Comissão Nacional dos Pontos de Cultura (CNPdC),  instância de articulação permanente, referência e representação da Rede do Programa Cultura Viva e que  conta com 57 representantes, sendo 27 dos estados da Federação e do Distrito Federal e 30 representantes de grupos temáticos das mais diversas expressões e manifestações culturais, confia em você Marta como a gestora que responderá ao compromisso da continuidade com avanços que o governo Dilma nos fez acreditar e trabalhar.
    Segue nesta carta uma apresentação resumida de indicadores qualitativos e quantitativos que comprovam a organicidade, capilaridade e resultados concretos da Ação Griô como uma política publica avaliada como referência m gestão compartilhada e em rede pelo IPEA em 2011, que entre outras conquistas foi reconhecida nas 8 primeiras prioridades  das 32 propostas prioritárias aprovadas na II Conferência Nacional de Cultura (2010) e transformada em projeto de Lei. O projeto da Lei Griô foi construído de forma compartilhada com a sociedade civil através do trabalho de 2 anos de travalho da Comissão Nacional de Griôs e Mestres de Tradição Oral do Brasil e apresentado no Congresso Nacional com a assinatura de 24 parlamentares de diversos estados e partidos que compõem o conselho executivo da Frente Parlamentar Mista de Cultura do Congresso Nacional.

     

    É notório o mérito da participação popular e dos Pontos de Cultura do Brasil no processo de mobilização nacional da Lei Griô, demonstrando a força da sociedade civil na construção de políticas culturais. Caso aprovada a Lei atestará que “a sociedade civil é capaz de participar da construção de políticas culturais no país, num modelo democrático e propositivo”, afirma Márcio Caires, presidente do Conselho Estadual de Cultura do estado da Bahia e vice presidente do Fórum Nacional dos Conselhos Estaduais de Cultura. “Precisamos fazer valer nosso direito constitucional de criar nossas leis de baixo para cima, desde os municípios até o estado brasileiro.”

    “ quem semeia a paz só vai colher o amor, vamos meu povo aprovar a lei griô…” (cantiga criada pelo Ponto de Cultura Bankoma – Ba)

     

     

     

    Ação Griô: uma política pública referência de gestão compartilhada em rede no Brasil

    Ação Griô Nacional nasceu em 2006 como projeto criado e proposto pelo Ponto de Cultura Grãos de Luz e Griô, da Bahia, ao programa Cultura Viva da Secretaria de Cidadania Cultural do Ministério da Cultura. A Ação Griô é uma rede que envolveu 130 projetos pedagógicos de diálogo entre a tradição oral e a educação formal, mais de 750 griôs e mestresbolsistas de tradição oral do Brasil, 600 escolas, universidades e outras entidades de educação e cultura e 100 mil estudantes de escolas públicas.

     

    Ação Griô foi criada em gestão compartilhada em encontros deplanejamento e avaliação anuais, com estratégias e indicadores qualitativos de acompanhamento, priorizando a metodologia de processos e o vínculo afetivo, cultural e político entre a sociedade civil e os gestores públicos, através da Pedagogia Griô (*1) criada e sistematizada com a linguagem da tradição oral brasileira para apoiar aAção Griô na Escola (*2).
    O  abrasileramento da palavra Griô (*3) trata-se de uma reinvenção simbólica que unifica os termos que referenciam os representantes das tradições em diveros países, grupos étnicos e regiões. Depois de abrasileirado em 1998, o termo ganhou no Brasil mais de 588.000 citações e páginas na internet em nível nacional e internacional, relacionadas com as tradições orais. A Ação Griô, a partir desta reinvenção que traz em si uma pedagogia e uma política fundamentadas nas tradições orais, criou e sistematizou uma Ação, avaliada pelo IPEA, como política referência de gestão participativa e diferencial diante das políticas de natureza previdenciária para mestres da cultura popular ou de políticas de salvaguarda propostas pela lei dos mestres e de salvaguarda de patrimônio imaterial propostas pelo IPHAN. A Ação Griô se posicionou politicamente diante do modelo de transmissão e apropriação do conhecimento, promovendo o diálogo entre os saberes de tradição oral e os espaços da educação formal, se posicionou através da gestão de representantes de comunidades, grupos tradicionais da sociedade civil em parceria com o governo, se posicionou na criação de redes sociais de base e prioridades políticas em conferências nacionais.

    Um dos maiores resultados qualitativos conquistados pela Rede Ação Griô foi a mobilização nacional em busca de 1 milhão de assinaturas para apresentar ao Poder Legislativo Federal o projeto de iniciativa popular: aLei Griô Nacional, já em tramitação no Congresso através do PL 1.786/2011. O resultado da mobilização gerou a minuta da Lei Griô Nacional que foi eleita na íntegra como uma das 32 prioridades da política do Ministério da Cultura do Brasil na Conferência Nacional de Cultura (março de 2010) entre mais de 600 propostas, envolvendo mais de 200 mil dirigentes culturais, representantes de conselhos de cultura e comunidades de base em todo o país. Mesmo a Lei Griô tendo sido  eleita como prioridade na II  Conferência Nacional em 2010 e obtendo o maior destaque em número de contribuições na Consulta Pública das Metas do Plano Nacional de Cultura não entrou, não foi mencionada no PNC no Plano Nacional de Cultura. Qual o critério que a gestão anterior se utilizou para  excluir a menção à Ação Griô?

    http://pnc.culturadigital.br/debate-em-destaque/a-lei-grio-e-o-plano-nacional-de-cultura

     

    http://www.cultura.gov.br/site/2011/10/22/consulta-publica-pnc/

     

    Lei Griô e a Ação Griô Nacional têm como missão instituir uma política nacional de transmissão dos saberes e fazeres de tradição oral, em diálogo com a educação formal, para promover o fortalecimento da identidade e ancestralidade do povo brasileiro. A Lei Griô tem uma agenda política em andamento para aprovação da Lei em 04 estados do Brasil: Paraíba, Bahia, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro.

     

    Confira o histórico de mobilização e coleta das assinaturas com personalidades importantes da cultura no nosso país – Gilberto Gil, Chico Cezar, Raimundo Fagner, GOG, Célio Turino, TT Catalão, Sergio Mambertti, Márcio Meirelles e muitos outros. A Minuta, o Projeto de Lei, o histórico de mobilização, os resultados e publicações da Ação Griô podem ser acessados no Portal:  www.acaogrio.org.br ou o blog e face:http://labculturahttps://sites.google.com/site/leigrionacional;https://www.facebook.com/LeiGrio?fref=ts

    Em 2012, a Ação Griô iniciou a execução do projeto de implementação da Universidade Griô que concluirá o convênio até 2013 com 05 Universidades Públicas para realização de Cursos de Extensão e Pós Graduação na Pedagogia Griô (*1) integrados com diversas práticas de diálogo entre tradição oral, educação e cultura digital. Tal ação como as demais geridas pela rede Ação Griô é protagonizada por Griôs e Mestres de Tradição Oral, Griôs Aprendizes e educadoras Griôs em parceria com escolas e Universidades Públicas da rede. O primeiro grande passo da Uniersidade Griô foi a participação ativa no Fórum de Pró-reitores de Extensão e Cultura para diálogo e implantação de políticas públicas relativas aos cursos de Extensão nas Universidades em diálogo com a  tradição oral brasileira. Os reitores identificam na inicativa da Ação Griô uma estratégia inovadora e concreta para a realização dos objetivos acadêmicos da extensão no Brasil. A Universidade Griô já fechou parcerias e realizazou suas primeiras ações com a UFRJ, USP em 2012 e já encaminha parceria com a UFBA, FURG e outras universidades federais para 2013.

     

    Ação Griô na USP

    http://pontosdecultura.org.br/noticias/universidade-grio-na-usp/

     

    Ação Griô na UFRJ

     

    http://www.jb.com.br/cultura/noticias/2012/10/20/laboratorio-de-politicas-culturais-quer-unir-tradicao-e-conhecimento-academico/

    http://noticias.r7.com/educacao/noticias/laboratorio-de-politicas-culturais-quer-integrar-tradicao-oral-e-conhecimento-academico-20121020.html; http://revistaforum.com.br/blog/tag/universidade-grio/;  http://www.ebc.com.br/tags/universidade-grio-campus-rio

     

    Os resultados quantitativos e qualitativos da Ação Griô comprovam objetivamente não só a organicidade, capilaridade e articulação desta rede como também revelam um alto investimento de recursos públicos neste processo. Estes resultados são um legado para a sociedade de uma gestão compartilhada com o Ministério da Cultura, entre 2005 e 2012 através de um modelo de gestão cultural transformadora.

    1. Indicadores Políticos

    – Uma gestão compartilhada entre 7 pontos de cultura ( coordenações regionais), assessorias pedagógicas e o MinC com 7 projetos regionais sistematizados, sendo apresentados para  coordenar um programa nacional de educação e tradição oral;

    – 1 projeto de Lei sistematizado envolvendo mais de 10.000 pessoas em encontros e audiências públicas em todo o país, reconhecido como prioridade na conferência nacional de cultura, além de destaque em consulta pública nacional do plano nacional de cultura;

    – Uma comissão nacional de griôs e mestres criada e atuante em gestão compartilhada em rede;

    – Frente Parlamentar de Cultura, grupos de artistas nacionais, universidades públicas, conselhos e secretarias de cultura estaduais, forum de conselhos de cultura do Brasil,  Comissão nacional dos pontos e cultura, grupos de cultura digital emancipatórios e mais de 600 entidades articulados e vinculadas em rede apoiando as metas políticas da Ação;

     

    2. Indicadores Econômicos

    –  R$ 9.000.000 de fundo para bolsas de incentivo mensais e ações diretas com os griôs e mestres de tradição oral em diálogo com a educação formal durante 5 anos que beneficiaram mais de 700 griôs e mestres de tradição oral do Brasil, suas famílias e grupos culturais, envolvendo mais de 600 entidades de educação e cultura;

    – Mais de 40 empresas, ongs, fundações e órgãos públicos parceiros que financiaram ou financiam as ações da Rede;

     

    3. Indicadores Sociais

    – 130.0000 estudantes, educadores, coordenadores, secretários de educação e cultura de 600 ongs, instituições públicas e privadas participando e apoiando atividades de educação e tradição oral que revisam os currículos de educação no País, através de 130 projetos pedagógicos de Ação Griô na Escola (*2) e nas Universidades Públicas.

    – 10.000 tradicionalistas e parcerios envolvidos em mais de 50 encontros regionais e nacionais de capacitação, planejamento, avaliação e sistematização, 100 caminhadas dos griôs regionais e 100 visitas de assessorias pedagógicas nas redes sociais de base que são constituídas por escolas, universidades, pontos de cultura e secretarias de educação;

    – primeiro lugar nacional no Prêmio Democratização Cultural, primeiro lugar Prêmio Itáu Unicef, Destaque Prêmio Cultura Viva, destaque Prêmio regional de patrimônio imaterial;

     

    4. Produção de conhecimento

    – Uma pedagogia sistematizada e compartilhada em rede – a pedagogia griô(*1), referência atual em diversas teses de mestrado e doutorado no País.

    – diversas práticas pedagógicas de transmissão oral sistematizadas em rede e divulgadas em redes sociais;

    – 100 trabalhos teóricos, entre monografias, artigos, teses e textos elaborados sobre a pedagogia griô, a ação griô e práticas de educação e tradição oral em universidades, escolas públicas e meios de comunicação;

    – 1 portal criado e publicado com consulta de 18.000 pessoas por mês;

    – 588.000 citações e páginas na internet versando sobre o termo griô, ação griô, pedagogia griô e lei griô, a partir do abrasileiramento e universalização do conceito Griô no País;

    – 7.000 livros, vídeos, jogos e produtos didáticos/artesanais sistematizados em rede, produzidos e distribuidos para mais de 5000 organizações públicas e da sociedade civil e em em meios de comunicação;

    – Um projeto de Universidade Griô criado em parceria com universidades públicas;

    – quinto lugar no Brasil no Twuiter com o tema da lei griô;

    – diversas entrevistas, matérias e programas na mídia via TV, Internet e rádio;
    (*) A Pedagogia Griô é uma pedagogia criada a partir da prática pedagógica do Grãos de Luz e Griô para sistematizar as práticas e saberes de tradição oral, bem como seus conceitos chaves e seus processos de transmissão e circulação que são reinventados para dialogar com o saber formal nas escolas. Integra mito, arte, ciência, história de vida, tem como centro do saber a identidade e ancestralidade dos estudantes, e a vivência como processo de elaboração do conhecimento, e tem como referências – educadores e pesquisadores brasileiros da educação biocêntrica, da teoria de Paulo Freire, da educação para as relações étnico raciais positivas, e dissertações acadêmicas que já versam sobre a própria pedagogia griô.

     

    *Ação Griô na Escola

    Quando implantada, a Ação Griô incentiva, mobiliza, instrumentaliza, empodera e acompanha a circulação dos griôs nas comunidades/escolas e a vinculação dos  currículos de educação formal aos saberes e fazeres da tradição oral da comunidade, fortalecendo a identidade e ancestralidade dos estudantes, educadores e do povo brasileiro. A Ação cria mecanismos para que as comunidades criem uma rede social de base que reconhece e apresenta seus Griôs e Mestres de tradição oral vinculados a griôs aprendizes e a projetos educativos em parceria com pontos de cultura, associações, conselhos de cultura, secretarias de cultura e educação para transmissão oral de seus conhecimentos aos estudantes e a comunidade, com vivências alegres, brincantes, dançantes, cantantes, plenas de práticas pedagógicas de transmissão oral, histórias, saberes e fazeres que encantam as escolas. O saber oral das ervas das benzedeiras e as ciências da flora da região; o saber das parteiras e as ciências da reprodução; o saber das ladainhas da capoeira e a história do Brasil, são exemplos de práticas e assuntos que mudam o currículo e o reconhecimento dos estudantes e da comunidade sobre sua própria identidade e ancestralidade.

     

    O termo Griô (*3): conceito, história, tradição e reinvenção

     

    O Griô surge como uma metáfora da memória e ancestralidade do povo brasileiro, memória viva de povos que não se calaram e mantiveram vivas suas tradições e identidades em comunidades de re-existência.

     

    Griô ou Mestre(a) é todo(a) cidadão(ã) que se reconheça e seja reconhecido(a) pela sua própria comunidade como herdeiro(a) dos saberes e fazeres da tradição oral e que, através do poder da palavra, da oralidade, da corporeidade e da vivência, dialoga, aprende, ensina e torna-se a memória viva e afetiva da tradição oral, transmitindo saberes e fazeres de geração em geração, garantindo a ancestralidade e identidade do seu povo. A tradição oral tem sua própria pedagogia, política e economia de criação, produção cultural e transmissão de geração em geração.

     

    Griô não é um segmento da cultura popular, mas uma definição ampla e universalizante, que abrange todos os segmentos do universo da tradição oral – que por sua vez é bem mais amplo e complexo do que cabe no termo “cultura popular”, tudo aquilo que não é erudito. Mas as tradições tem suas erudições. O termo “mestre”, por exemplo, abrange poucos segmentos das tradições. Mães de santo, rezadeiras, curadores, cantadores, cordelistas e parteiras, apenas para dar exemplo de segmentos, não se identificam  em suas comunidades de origem com o termo “mestre” ou “mestra”. Além disso o termo mestre ou mestra é utilizado para segmentos e títulos da academia. O Griô, um sábio da tradição oral,  é o que é pelo seu reconhecimento na comunidade.

     

    E o termo Griô é universalizante, porque ele em si já é extraído do termo Griot, que por sua vez define um arcabouço imenso do universo da tradição oral africana. É uma corruptela da palavra “Creole”, ou seja, Criolo, a língua geral dos negros na diáspora africana. Foi uma recriação do termo gritadores, reinventado pelos portugueses quando viam os griôs gritando em praça pública. Foi utilizado pelos estudantes afrodescendentes franceses para sintetizar milhares de definições que abarca. O termo griô tem origem nos genealogistas, poetas e comunicadores sociais, mediadores da transmissão oral, bibliotecas vivas de todos os saberes e fazeres da tradição, sábios da tradição oral que representam nações, famílias e grupos de um universo cultural fundado na oralidade, onde o livro não tem  papel social prioritário, e guardam a história e as ciências das comunidades, das regiões e do país. Em África, existem termos em cada grupo étnico: dioma, dieli, funa, rafuma, baba, mabadi… . Os primeiros povos do Brasil também reconhecem no termo Griô a definição de um lugar social e político na comunidade para transmissão oral dos seus saberes e fazeres, a exemplo dos Kaingang do Sul, dos Tupinambá das Aldeias Tukun e Serra Negra (BA) e os Pankararu de Pernembuco, os Macuxi em Roraima, e tantos outros que participam da Rede Ação Griô Nacional contam sobre os morubixabas,  Kanhgág Kanhró …, e o Griô contempla todos.

     

    Entrevistas  TV FUTURA:

    http://www.youtube.com/watch? v=oR3t26iWMmo&feature=related

    httz://www.youtube.com/watch? v=CfulvAnemhA&feature=related

    https://www.youtube.com/watch?v=i0zNsXYiS-Q&feature=plcp

     

    Matéria Revista FORUM:

    http://www.revistaforum.com.br/noticias/2010/08/25/para_quem_quer_escutar/?ref=nf

     

    Portal do Ministério da Cultura:

    http://www.cultura.gov.br/site/2011/04/16/acao-grio-2/

     

    Portal da Agência Brasil:

    http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2011-04-15/ministra-da-cultura-defende-lei-que-preserve-tradicao-oral-do-pais

    http://www.brasil.gov.br/noticias/arquivos/2011/04/12/encontro-nacional-de-mestres-e-grios-sera-realizado-no-rio-de-janeiro

     

    Fotos do Encontro:

    http://www.flickr.com/photos/ministeriodacultura/sets/72157626505622550/detail/

    ASSINAM ESTE DOCUMENTO – A COORDENAÇÃO DA REDE AÇÃO GRIÔ E A COMISSÃO NACIONAL DE GRIÔS E MESTRES


    Líllian Pacheco
    Coordenadora pedagógica e de projetos
    Grãos de Luz e Griô
    Ação Griô Nacional
    75 9215-3581 3334-1719

     

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